Importante: o conteúdo aqui apresentado de modo algum pretende substituir o aconselhamento médico ao longo da gestação, mas sim oferecer informações complementares baseadas em pesquisas e experiências pessoais. O acompanhamento pré-natal é imprescindível durante a gestação, preferencialmente com um médico de sua confiança.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Miguel, um anjo em nossas vidas



No dia 6 de abril de 2012, descobri que estava grávida, foi a maior felicidade do mundo e também uma surpresa, já que só fazia um mês que eu tinha parado de tomar o anticoncepcional para trocar para outro. Eu e meu marido ficamos no céu, fiquei quase uma semana sem dormir pensando que chegaria alguém para completar nossa felicidade, fizemos vários planos... 

Com 12 semanas fizemos um ultrassom, mas como coração de mãe não se engana, apesar de ter visto ele perfeitinho, fiquei meio desconfiada. Cheguei em casa falando para minha sogra que estava tudo bem, mas que eu não tinha acreditado muito naquele médico, achei ele esquisito.

Minha sogra disse: “O importante é que venha com saúde”. Eu falei: “se não vier, vai ser amado do mesmo jeito”. Nunca me esqueço dessas palavras, sempre temos mania de dizer que o importante é que venha com saúde, mas eu o amaria mesmo se não ele viesse com muita saúde. E foi o que aconteceu. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Isidora Esperanza: uma sobrevivente

Reproduzimos abaixo uma notícia que foi veiculada ontem, 04/06/2013, no canal e site da emissora 24 horas, do Chile, sobre a história dessa linda menina, Isidora Esperanza, que nasceu com anencefalia e está com quase um mês de vida. Isidora foi para casa com sua mãe e até o momento estava totalmente desassistida clinicamente. Não pôde sequer ser examinada por um médico devido a um problema respiratório. Isso porque não foi incluída no acompanhamento pediátrico do sistema de saúde devido à sua condição "incompatível com a vida" - afinal ela deveria ter vivido somente 72 horas. Mas já está com quase um mês de vida extrauterina. 



"O seu crânio não se formou, os ossinhos da sua cabeça, e assim seu cérebro não se desenvolveu. Pela sua patologia, disseram que ela iria morrer. É algo que me parte, mas tenho que ser forte. Porque ela é tão frágil, mas apesar de sua fragilidade, está sobrevivendo. Minha filha é uma sobrevivente". Romina Muñoz, mãe de Isidora Esperanza

segunda-feira, 3 de junho de 2013

David e Olga



Essa semana compartilhamos um relato de vida muito emocionante enviado do México pela Olga, que nos conta sobre a gestação do David, diagnosticado com anencefalia. Sua gestação foi muito tranquila, seu bebê nasceu de 42 semanas por meio de uma cesárea, e viveu por 4 dias e meio. Agradecemos à Olga e à Asociación Por la Vida y los Derechos Humanos, da Costa Rica, por esse relato tão especial:



Sou Olga Suarez, de Monterrey, em Nuevo Leon, no México. Atualmente tenho 30 anos, mas foi há 4 anos que eu tive meu primeiro filho, chamado David Isaías. Minha gravidez foi normal, a cada mês comparecíamos às consultas, ouvimos seu coraçãozinho desde a primeira vez, e o víamos se mexer. Ao chegar a 16ª semana, fomos a uma consulta de rotina para saber se seria menino ou menina.

O médico começou a ecografia e depois de muito observar, disse a mim e a meu esposo que lamentavelmente havia um problema: nosso bebê tinha anencefalia.
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