Importante: o conteúdo aqui apresentado de modo algum pretende substituir o aconselhamento médico ao longo da gestação, mas sim oferecer informações complementares baseadas em pesquisas e experiências pessoais. O acompanhamento pré-natal é imprescindível durante a gestação, preferencialmente com um médico de sua confiança.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Beatriz e Felipe, resgatando o amor

Construindo lembranças para recontar a história da família (Imagem: arquivo pessoal / Valeria Souit)


Participar deste depoimento é algo que me traz uma nova postura de vida, pois é conseguir colocar a minha opinião, mesmo que tardia, em prática. Pretendo com isso ajudar a mães, familiares, médicos, enfim, todas as pessoas envolvidas nesse processo que é descobrir que uma gestação é de um feto anencéfalo.

Quando hoje eu escuto alguém dizer: "O melhor é interromper a gestação, pois levar adiante é um trauma para a mãe", eu me pergunto como eu vou fazer para mostrar que a interrupção me trouxe um trauma com culpa que se arrastou por 19 anos. Essa culpa está perdendo espaço depois de muita terapia, e também após ter me juntado ao Grupo Vida Acrania e Anencefalia. Aprendi como é importante que os sentimentos sejam expostos e percebi que este diagnóstico é realmente muito doloroso, mas quando é aceito, a recuperação dessas mães se torna possível.

É preciso aceitar e amar nossos filhos. Toda história tem que ter um começo, um meio e um fim. Acompanhando as histórias de outras mães, pude perceber que o que me faltou foi vivenciar o amor, esperando meus filhos nascerem. Sim, eu tive dois bebês anencéfalos. E como me fez falta tocá-los, dizer o quanto eu os amava, me despedir deles com dignidade e sepultá-los.

Fazer parte desse grupo é desejar do mais profundo do meu coração que toda mãe que passar por esse diagnóstico pense e repense antes de interromper sua gestação, se não estiver REALMENTE correndo risco de vida.

Viver esse amor é tudo que hoje eu gostaria. Vou tentar fazer um resumo das minhas gestações.



Minha primeira filha, Beatriz

Em 1993, tive minha primeira gestação, que foi muito planejada e esperada. Quando descobri a gestação, foi um sonho, uma alegria, já estávamos casados há quase um ano e decidimos ter um bebê. Logo no primeiro mês de tentativa engravidei. Foi tudo muito mágico, a felicidade era geral, nossa e da família. Sonhava em vê-la crescer e nos dar muitas alegrias, e já a amava muito.

Mas durante um ultrassom, o médico pediu que eu marcasse com urgência uma consulta com minha obstetra. Perguntei se o bebê estava com algum problema e ele me respondeu que preferia que a minha médica me explicasse. Lembro que fiquei extremamente preocupada, lia o exame e não compreendia o que era, apenas lia a palavra anencefalia e imaginava que deveria ser algo com o cérebro. Nunca tinha escutado nada a respeito e não conseguia atinar o que era. Consegui a consulta na sequência da ultra e quando mostrei o laudo à minha médica, ela se desesperou e disse: "Não acredito... imaginava qualquer coisa pelo grau de parentesco de vocês (primos em 2°grau), menos isso. Seu bebê tem anencefalia, que é a ausência da calota craniana, e você vai ter que interromper essa gestação, não tem outro jeito".

Quando recebi essa noticia de que meu bebê não tinha chances de vida, meu chão sumiu, meu mundo desmoronou. Chorava muito e ela me dizia: "Pode chorar, porque isso não tem jeito". Vendo meu desespero e sem saber como lidar com a situação, ela pediu que eu me retirasse do consultório e aguardasse na sala de espera enquanto ela ligava para um colega. Lembro que eu estava com meu irmão e foi tudo muito difícil. Eu não conseguia conter o choro, o meu chão foi arrancado, o meu irmão emudeceu, as pessoas naquela sala de espera me olhavam e não entendiam o que estava acontecendo.

Depois de certo tempo, ela me chamou e, mais calma e situada com o problema, tentou me explicar que aquela má formação não tinha como se reverter, pois o bebê se forma até os 3 meses, e já estava com 5 meses. Talvez não sobrevivesse até os 9 meses de gestação, colocaria minha vida em risco, e o melhor seria interromper a gestação.

Eu não conseguia atinar nada do que ela me dizia, eu só chorava e queria o Samir ao meu lado. Fui para casa aos prantos, chegando fui logo ligar para o Samir e chorando muito dei a noticia a ele com as informações que tinha conseguido administrar. Quando ele chegou, não dissemos nada, só nos abraçamos e choramos muito.

Busquei todos os recursos possíveis, físicos e religiosos, mas infelizmente eu comecei a perder liquido amniótico e a apresentar alteração nos exames de sangue, indicando uma infecção. Os médicos diziam que eu corria risco de perder o útero e até a vida e me pressionavam a abortar. Sentia-me muito impotente, com muito medo de perdê-la, e não queria interromper a gestação, me sentia traindo minha filha. Mas em um último ultrassom, o médico me convenceu de que a interrupção da gestação (aborto) se fazia necessária, o feto estava em sofrimento, pois quase não havia líquido amniótico. Não tive alternativa, enfim me rendi à medicina e concordei com o aborto por meio de uma antecipação de parto, com 20 semanas. Mal sabia o que me esperava. 


Antecipação do parto e um coração dilacerado

Quando entrei no hospital, minha filha se mexia muito e isso dilacerava meu coração. Me senti acuada, com medo do que estava por vir e com um sentimento de que aquilo não era certo, o feto se mexia muito e a sensação que me dava é que ela me pedia socorro e eu não estava atendendo.

O parto induzido foi muito difícil, não imaginava que seria tanto. Não tive apoio médico e nem explicação de como seria, e foi muito assustador, principalmente por ser inexperiente. Me colocaram no soro, comecei a ter contrações para um parto normal e senti muitas dores, fiquei muito assustada, pois a dor era enorme. Quando já estava perto do nascimento, o médico apareceu (pois ele só aparecia de vez em quando), me levou para a sala de parto e não deixou mais o Samir me acompanhar. Foi muito difícil encarar isso sozinha e as dores eram horríveis. Não tinha forças para mais nada, o médico teve que me carregar para passar da maca para a mesa cirúrgica.

Em seguida me deram a anestesia e a dor física passou, só ficou a dor da alma. Logo ela nasceu, eu esperava algum choro, suspiro, mas o silêncio foi enorme e isso doeu muito. Jamais vou me esquecer daquele silêncio. Infelizmente ela nasceu sem vida. Disse que queria vê-la, o médico pediu que eu esperasse ele terminar comigo, e quando terminou veio mostrá-la a mim. Aí pude ver que ela era uma menina. Ela era tão pequenina. Observei cada detalhe, mas não a toquei, quanta falta isso me fez. Foi difícil presenciar aquela cena, só que ao mesmo tempo me mostrou que realmente os exames não mentiram. Perguntei o que pude sobre suas deficiências, ele me respondeu e em seguida saiu com ela nas mãos e foi mostrá-la para o Samir, minha sogra e meus pais. 

A essa filha dei o nome de Beatriz. Que vazio, que derrota, meu mundo não era mais o mesmo. 

Depois disso veio a depressão, eu só dormia, não comia, não queria mais viver. Fui em busca de ajuda psicológica por insistência da minha mãe, pois eu dizia que não queria mais engravidar. Conheci a Rita, minha psicóloga e grande companheira que me ajudou muito ao longo de todos esses anos.

Depois, em 1995, tive minha segunda gestação. Foi sem dúvida uma gravidez de muitas preocupações, mas acreditando sempre em Deus. Recusei-me a fazer exames invasivos, pois tinha comigo que outro aborto eu não faria. Com muitos medos, mas também com muita fé, tive a Fernanda, que hoje está com 18 anos. Foi ela que me deu forças para continuar. 

Passaram-se quase quatro anos e, em 1999, tive minha terceira gestação, quando tive um aborto retido, descoberto quando fui fazer o ultrassom de translucência nucal e o médico foi pra lá de insensível ao me dar essa triste notícia. A esse filho dei o nome de Luiz.


Meu quarto filho, Felipe

Dois anos depois, em 2001, tive a minha quarta gestação. Era um bebê muito esperado, nós o planejamos, porém tínhamos muito medo, pois já havia tido o aborto retido anteriormente. Queríamos muito outro filho, tanto eu, quanto o Samir e a Fernanda. Festejamos muito a notícia da gravidez e acreditávamos que tudo daria certo. O exame de translucência nucal tinha dado no limite da normalidade, então resolvemos acreditar que tudo daria certo e contamos para a Fernanda.

Mas quando fomos fazer o exame morfológico, todos muito felizes, eu, meu marido Samir e a minha filha Fernanda, percebi a agonia do médico do ultrassom e perguntei o que estava acontecendo. Ele relutou em falar, mas eu praticamente o intimei que falasse, e ele disse que infelizmente eu tinha outra gestação de anencéfalo. Foi terrível, um grande choque, o chão sumiu novamente... Eu chorava muito e não conseguia me controlar. A Fernanda estava comigo e tinha apenas 5 anos, me doía muito ver a preocupação dela comigo.

Logo ele veio com a indicação de interrupção de parto, e como já tinha vivido isso antes, imaginei que seria da mesma forma que a primeira, que acabaria em perda de líquido, que correria os mesmos riscos e não tinha outra saída. Passou um filme na minha mente, tudo que tinha vivido com a Beatriz, eu tinha lutado tanto e no fim não consegui. Lembrei do quanto sofri, do quanto chorei e do quanto não adiantava espernear, não resolveria nada lutar, a perda era certa e o único caminho era a interrupção. Achava que não tinha outra saída.

A internet não tinha a força que tem hoje, ninguém sabia o que era anencefalia, não tinha com quem conversar e acabei acatando a indicação médica. Como não corria risco naquele instante, a indicação foi pedir uma autorização judicial e foi o que fizemos. Desde a notícia do diagnóstico até a internação para antecipar o parto, passaram-se 24 dias.

Foi um período de recolhimento, precisava me controlar o tempo todo para não me envolver emocionalmente com meu filho. Como se isso fosse capaz... Já estava envolvida, já desejava muito aquele bebê. Ele mexia e eu me retorcia por dentro, pois achava que não deveria me envolver com esse amor por meu filho, achava que iria sofrer mais e isso dilacerava meu coração. Lutei muito contra esse sentimento, achava que era possível não me envolver. Até hoje, não sei como suportei sentir ele se mexendo todos aqueles dias.

Que grande engano o meu! Isso me custou muito caro, pois de todas as minhas perdas, essa foi a pior pela qual passei.

Não imaginava nem por um momento que poderia ter outra saída. A minha cabeça não conseguia pensar em nada, apenas em ter que interromper mais uma vez e isso me doía muito. Me fechei por completo e via a condição da anencefalia como algo sem saída e sem condição de vida.

Como já tinha passado por isso antes, já sabia o quanto era fisicamente dolorido, e tive muito medo das dores físicas e emocionais. Pedi que fosse feita uma cesárea, pois o registro de dor que eu tinha era muito forte, mas minha médica disse que não era possível, pela idade gestacional em que eu me encontrava, 24 semanas, isso seria um risco para meu útero.

Tive um acolhimento muito maior do que na primeira interrupção, minha médica foi muito atenciosa, carinhosa e tentou me anestesiar ao máximo. Porém emocionalmente eu resisti muito a esse procedimento e foram 14 difíceis horas de trabalho de parto. Esse parto foi o mais dolorido e eu quase desisti da vida...

Ele nasceu vivo, mas ninguém me informou sobre isso e nem por quanto tempo ele viveu.


Buscando forças depois do parto


Depois que ele nasceu, pedi para vê-lo, e a enfermeira, que acho que era freira, tentou me convencer do contrário, me perguntando se eu tinha certeza de que queria vê-lo. Sabia que era pelas más-formações dele, por achar que isso me faria mal. Mas mesmo cheia de morfinas e sei lá mais o quê, busquei forças para me impor e dizer que precisava vê-lo, aí acabaram me trazendo ele. Como eu estava muito sedada e exausta pelo trabalho de parto, quase não sustentava a cabeça e tive que me esforçar muito para vê-lo, e foi por apenas alguns segundos. Achei na hora que ele estivesse sem vida, pensei que era a enfermeira que estava mexendo as mãos e não ele que estava se mexendo. Eu estava muito sedada e só deu tempo de olhar para ele e escutar do Samir que eu tinha razão quando dizia que era um menino. Logo perdi minhas forças e não conseguia mais sustentar minha cabeça, então o levaram.

Passaram-se alguns instantes, não sei dizer o quanto, pois perdi a noção de tempo, e a enfermeira veio me perguntar qual nome eu daria para o menino caso ele tivesse dado certo. Aí, sem pensar e sem querer saber o porquê, pois não me interessava mais, já tinha feito o pior, falei o nome: Felipe.

Sentia-me péssima, como se tivesse perdido uma batalha, mais uma vez tinha sido fraca, mesmo ouvindo da médica que eu tinha feito o melhor, por conta de todas as dificuldades que ele tinha, mas isso não me convencia. Eu também não pude sepultá-lo, pois ele nasceu com apenas 395 gramas.

Lembro que no dia seguinte perguntei ao Samir por que tinham me perguntado qual seria o nome dele, e ele me respondeu que a freira havia perguntado qual a nossa religião, se ele autorizava a batizarem nosso filho, e ele aceitou. Eu achei aquilo normal por se tratar de um hospital católico e não questionei mais nada, não tinha condições de ouvir nada mais.

Fui descobrir dois anos depois que ele havia nascido com vida, e por isso havia sido batizado. Numa conversa sobre ele, meu marido acabou falando que ele estava vivo, e foi uma grande surpresa para mim, foi muito difícil receber aquela informação tanto tempo depois. Eu fiquei muito chateada e comecei a enchê-lo de perguntas e cobranças, e ele disse que na verdade eu nunca havia perguntado e ele apenas omitiu. Foi bem difícil nossa conversa, pois ele se emocionou muito e eu pude perceber que toda essa história também é muito difícil para ele e que foi o melhor que ele conseguiu fazer no momento.

Finalmente, em 2002, tive a minha quinta gestação. Engravidei apenas 5 meses após a última perda. Com muitos exames e preocupações, por conta do meu histórico, tive a Gabriele, que hoje tem 11 anos. Ela é a alegria da minha vida, que me preencheu e me trouxe de volta à vida. 


Resgatando o amor

Desde a primeira gestação, iniciei o processo de terapia. Como minha história teve seus altos e baixos, eu parava e retornava com a terapia, mas depois da quarta gestação, que foi a do Felipe, estou direto em tratamento psicológico. Como já disse, foi um processo longo para me livrar do sentimento da culpa e me cobrava muito por isso.


Colar com duas meninas e três pontos de luz, representando os três filhos que perdi, junto com as duas filhas que ficaram comigo (Imagem: arquivo pessoal / Valéria Souit)


Tinha medo de entrar em contato com a minha história. Mas foi quando me permiti resgatar o amor pelo meu filho e assumir esse sentimento, falar do assunto, que comecei a enxergar uma saída para minha dor. Construí um quadro em casa com fotos de nossa família, reunindo momentos como nosso casamento, imagens do nascimento da Fernanda, da Gabriele, e uma imagem com os nomes da Beatriz, do Luiz e do Felipe. Como não tive fotos destes filhos, imprimi a imagem de uma estrela com os seus nomes escritos ao lado (primeira foto dessa publicação). Também comprei um colar com duas meninas e três pontos de luz, representando estes três filhos que perdi, junto com as duas filhas que ficaram comigo.

Isso tudo me ajudou a dar forma aos meus sentimentos e a construir um espaço seguro no meu coração. A culpa no momento está dando lugar ao amor, e isso tem me ajudado a me libertar da mágoa por tudo o que ocorreu e pela forma como eu deixei a minha vida ser conduzida.

Hoje o que sinto pelo Felipe é um amor muito grande e uma saudade imensa. O que gostaria de dizer a ele é que me perdoasse, que eu fui muito imatura em não escutar meu coração e que para sempre vou amá-lo. E que o meu maior sonho é um dia poder abraçá-lo e sentir que ele me perdoa.

Se passasse por tudo o que passei hoje, sabendo tudo o que sei, com certeza levaria minhas gestações adiante e criaria um vínculo com eles, vivenciando cada dia como se fosse o último, demonstrando todo meu amor. Faria registros com fotos, tocaria neles e diria olhando pra eles o quanto os amava. Sei também que não seria uma tarefa fácil, pois como vejo nos depoimentos, também é dolorido, mas sei que não carregaria a culpa que carreguei por tantos anos.



Ajudando outras mães

Tudo isso também me move a trabalhar nessa causa, buscando ajudar outras pessoas que passam por esse diagnóstico, pois é um momento muito dolorido na vida de uma mulher e ela precisa de muito apoio. Eu ainda me encontro em terapia, perto espero me resolver completamente com todas essas questões.

(Imagem: arquivo pessoal / Valéria Souit)
O que gostaria de dizer para outras mães que recebem esse diagnóstico hoje é que não tomem nenhuma decisão precipitada. Que busquem conversar com quem já passou por este diagnóstico, que busquem amar seus filhos independente da situação em que se encontrem, e que respeitem a vida. Que exijam serem tratadas como gestantes pelos obstetras, sendo respeitadas em suas decisões, e que cuidem de sua saúde física e emocional.

Acredito também que jamais devemos deixar de ter fé e de ir em busca de nossos sonhos. No meu caso, para piorar, sou prima de 2° grau de meu marido e isso era um agravante para a ocorrência de novas malformações em futuras gestações, segundo os médicos que fizeram nosso aconselhamento genético, mas não desisti.

Espero que, com todos esses depoimentos, a sociedade possa mudar e entender que a vida humana deve ser respeitada independente de suas deficiências, e que os sentimentos devem ser respeitados.

Estou à disposição para responder qualquer dúvida, dividir sentimentos, detalhar minha história. Enfim, estou aqui, minha história existe, minha dor precisa ganhar voz e servir de estudo, de exemplo e de reflexão.


Valéria Souit
Mogi das Cruzes, SP

Um comentário:

  1. Chorei, chorei e chorei....
    Tbm perdi uma filha, ou melhor, fui obrigada a abortá-la, pois eu morria. Nunca, na minha vida sequer imaginei que pudesse existir algo semelhante ao que eu passei, mulher nenhuma nesta vida, por mais pecados que tivesse mereceria passar por isso... Mas passamos...
    E minha filha, apesar de tudo, era perfeita...
    Mas minha historia é longa, eu me reencontrei com ela, hj sou feliz!
    E vim aqui te dizer, é claro que seu filho te perdoou, ele está sempre ao seu lado, ele conhece seu amor! E um dia vcs estarão sim unidos novamente!!

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